Literatura > Poesia > Qualquer um desbrava um coração sem nome, de Eduardo Bartolomeu

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"Um livro e um artista comprometidos com seu tempo .... ou ... Da imensidão humana

Eduardo Bartolomeu, por tudo que sei, vi e vivenciei com ele, é um artista total. Convém eu explicar como entendo um artista total, para além, digamos, de suas habilidades técnicas. Para isso, registro o que tenho manifestado para escritores como Milton Hatoum e Mia Couto: eles são imensos escritores porque são imensos seres humanos. É o que desfruto e penso sobre o autor de QUALQUER UM DESBRAVA UM CORAÇÃO SEM NOME. Um deslizar pelos versos de Bartolomeu é o bastante para apreendermos sua intimidade com a arte da palavra, salivar diante de seu teimoso lirismo sobre a vida, se rebelar frente à sua atitude crítica contra a exploração do modus operandi capitalista, como em ’Pesquisa de opinião’, onde rimas fluem com naturalidade, à maneira de um autor popular, habituado aos jogos linguísticos.: ? (...) Desculpe de eu não concordar / Mas que é são tantas palavras / Guardadas no meu cinzeiro / De madeiras ainda em chamas / Que quando meu corpo inflama / [...]" Ricos de imagens surpreendentes (ah, que a poesia nos surpreenda, sempre!), seus versos nunca afrouxam a relação obra- impacto- leitor..."

Da apresentação de Beth Braith

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