Descrição
“Nunca é demais dizer que em matéria de serviço público é o momento da banca provavelmente o único em que o professor será efetivamente avaliado pelos pares. Por essa razão, cada palavra passa a ter o peso de um planeta. O candidato não precisa colocar palavras para se condenar, até porque esse é o momento dele se defender com todas as forças que possui, como um advogado que atua em causa própria. Assim é um plano de aula: o professor se entregando e se defendendo diante da banca.”
“A primeira pergunta a ser respondida é: o presente plano é para a educação básica ou superior? Na verdade, tal pergunta deve ser feita na “Identificação”, quando se insere o nome da instituição. Porém, a trago aqui também porque muitos são os candidatos que se esquecem desse importante aspecto e quando chegam a este tópico só tratam de conteúdos, como se este momento fosse a escrita de um artigo científico, mas não é. É o lugar para transformar a aula, que será oral, em escrita.”
(Excerto do livro)
Felipe Figueira é professor no Instituto Federal do Paraná (IFPR) e no Mestrado Profissional em Educação Inclusiva da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). É formado em História, Pedagogia e Direito, com Mestrado e Doutorado em Educação, e Pós-doutorado em História. É autor de vários livros, dentre eles: “Nietzsche e o eruditismo”, “Diário de um Docente: 2019-2021” e “Por trás da banca: experiências de um elaborador de concursos”. Já atuou em mais de cem concursos públicos e elaborou mais de três mil questões para diversos cargos.
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